sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Tudo que eu faço é em vão

Que o eterno não tenha retorno

Olhar no espelho é uma colisão de carro
Um espirito morto fazendo o corpo de refém
Na frente do computador
                                        de madrugada
regado a café e whisky
Esquecido
A mascara fica cada vez menor
Vão perceber a raiz do meu cerne,
Self hatred herdado de Nietzsche
o gambá morto de baixo do piso da sala

Que o demônio da perversidade esqueça de mim

a fumaça negra que já existia bem antes do cigarro
vai sair
e então vou sumir

Personalidade autista

Tudo que eu busco nessa vida é felicidade
O que encontro é solidão

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